Integrar - Revista Acadêmica http://68.183.29.147/revista/index.php/integrar <p>Integrar é um periódico multidisciplinar de publicação contínua editorado pelo Centro Universitário Integrado, destinado à publicação de artigos originais produzidos por acadêmicos e professores vinculados à programas de iniciação científica, ensino e extensão universitária.</p> pt-BR <p>Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são cedidos pelo autor à Revista Iniciare, que está autorizada a publicá-lo em meio impresso, digital, ou outro existente, sem retribuição financeira para os autores. Em virtude da aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.</p> pesquisa@grupointegrado.br (Francielle Baptista) revistas2@grupointegrado.br (Central de Serviço de Tecnologia da Informação) sex, 30 jan 2026 16:05:36 -0300 OJS 3.2.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 A coleta de perfil genético de materiais descartados e a nova legislação penal: Uma análise dos limites do devido processo legal e da autoincriminação na fase de custódia http://68.183.29.147/revista/index.php/integrar/article/view/4035 <p class="TextoResumo"><span style="font-size: 10.0pt; line-height: 107%;">O presente artigo analisa a constitucionalidade e os limites ético-jurídicos da coleta de material genético (DNA) a partir de objetos descartados pelo investigado, à luz do princípio do devido processo legal e da vedação à autoincriminação (nemo tenetur se detegere). O estudo perpassa a evolução legislativa brasileira, desde a Lei nº 12.654/2012, passando pelo Pacote Anticrime (Lei nº 13.964/2019), até culminar na recente Lei nº 15.272, de 26 de novembro de 2025. Esta última legislação alterou dispositivos do Código de Processo Penal referentes à audiência de custódia, estabelecendo novos filtros de legalidade para a extração de DNA. Discute-se a tensão entre a eficiência persecutória e a proteção da intimidade genética, examinando como a nova lei visa coibir a obtenção sorrateira de material biológico (a chamada "armadilha do copo d'água") sem controle jurisdicional prévio. Conclui-se que a Lei 15.272/2025 representa um avanço garantista necessário, impondo o controle judicial imediato sobre o corpo do custodiado e seus dados sensíveis.</span></p> Ronaldo De Almeida Laurintino Copyright (c) 2026 http://68.183.29.147/revista/index.php/integrar/article/view/4035 sex, 30 jan 2026 00:00:00 -0300